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Choquei quebra silêncio após prisão do dono do perfil. Leia a nota

O perfil Choquei se pronunciou nesta terça-feira (21/4) após o conjunto de perfis nas redes sociais ser considerado uma peça central do esquema criminoso investigado pela Polícia Federal (PF) por movimentar de forma ilícita mais de R$ 260 bilhões. O criador do perfil, Raphael Sousa Oliveira, foi um dos alvos da operação preso pela PF.

A nota foi divulgada após uma foto de Raphael na prisão viralizar nas redes sociais. Pelos perfis oficiais, a equipe responsável por administrar a página declara que Raphael “nunca manteve qualquer vínculo com a organização criminosa” e que presta auxílio nas investigações.

Choquei quebra silêncio após prisão do dono do perfil. Leia a nota - destaque galeria

Dono do Choquei, Raphael Sousa Oliveira, preso em GO
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Dono do Choquei, Raphael Sousa Oliveira, preso em GO

Logo da página Choquei
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Logo da página Choquei

Reprodução

Raphael Oliveira, dono da Choquei
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Raphael Oliveira, dono da Choquei

Reprodução

Dono da página Choquei
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Dono da página Choquei

Instagram/ Reprodução

Raphael Oliveira, dono da Choquei
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Raphael Oliveira, dono da Choquei

Reprodução/ Instagram

Raphael Oliveira, dono da Choquei
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Raphael Oliveira, dono da Choquei

Reprodução/Instagram

O que é Choquei, página de fofoca investigada por operar mídia de envolvidos em esquema bilionário de lavagem de dinheiro
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O que é Choquei, página de fofoca investigada por operar mídia de envolvidos em esquema bilionário de lavagem de dinheiro

Reprodução/Redes Sociais

“A página CHOQUEI nunca manteve qualquer vínculo com organização criminosa, tampouco prestou serviços com finalidade diversa daquela inerente à sua atividade econômica lícita, consistente em publicidade e marketing digital, nos termos da legislação aplicável”, inicia a nota.

Segundo as investigações da PF, a página seria uma peça estratégica dentro do esquema criminoso, responsável por promover uma espécie de “lavagem de reputação” dos investigados. Entre os supostos integrantes da organização estariam o MC Ryan SP e outros empresários ligados à indústria do entretenimento, além do próprio Raphael Sousa Oliveira, criador da Choquei.

“No que se refere às pessoas mencionadas no contexto investigativo, esclarece-se que as relações profissionais existentes limitaram-se à prestação de serviços publicitários regularmente contratados, vinculados à divulgação de seus trabalhos artísticos, musicais e de suas atividades como influenciadores digitais, tal como ocorre e sempre ocorreu com diversos outros artistas, influenciadores e marcas atendidos ao longo de sua trajetória no mercado”, afirma a página.

“O Sr. Raphael jamais teve conhecimento de eventual intenção por parte de quaisquer dos investigados de utilizar as postagens realizadas pela página com o propósito de influenciar, mitigar e/ou abafar eventuais apurações ou crises perante autoridades policiais”, alega a página.

Leia:

Funkeiros e influenciadores na mira da PF

MC Ryan SP, Poze do Rodo e outros influenciadores são alvos da Polícia Federal (PF), que investiga um suposto esquema bilionário de lavagem de dinheiro.

Deflagrada na última quarta-feira (15/4), a Operação Narco Fluxo cumpriu 45 mandados em várias cidades do país e teve como alvos cantores como Poze do Rodo, MC Ryan SP e Raphael Sousa Oliveira, administrador do perfil Choquei.

Choquei quebra silêncio após prisão do dono do perfil. Leia a nota - destaque galeria

PF prende MC Ryan SP e Poze do Rodo em operação por lavagem de dinheiro
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PF prende MC Ryan SP e Poze do Rodo em operação por lavagem de dinheiro

Material cedido ao Metrópoles

A operação também mira outras figuras conhecidas, como o funkeiro Poze do Rodo e o influenciador Chrys Dias
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A operação também mira outras figuras conhecidas, como o funkeiro Poze do Rodo e o influenciador Chrys Dias

Divulgação/Polícia Federal

Investigações indicam que a movimentação era feita no Brasil e no exterior
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Investigações indicam que a movimentação era feita no Brasil e no exterior

Divulgação/Polícia Federal

Foram determinadas medidas de constrição patrimonial e o sequestro de bens
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Foram determinadas medidas de constrição patrimonial e o sequestro de bens

Divulgação/Polícia Federal

Polícia Federal acredita que o grupo criminoso movimentou mais de R$ 1,6 bilhão
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Polícia Federal acredita que o grupo criminoso movimentou mais de R$ 1,6 bilhão

Divulgação/Polícia Federal

Além dos itens de luxo, foram apreendidos documentos e equipamentos eletrônicos
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Além dos itens de luxo, foram apreendidos documentos e equipamentos eletrônicos

Divulgação/Polícia Federal

A ação acontece simultaneamente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Distrito Federal
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A ação acontece simultaneamente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Distrito Federal

Divulgação/Polícia Federal

São cumpridos 25 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária
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São cumpridos 25 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária

Divulgação/Polícia Federal

Segundo a PF, os investigados teriam movimentado valores que podem ultrapassar R$ 260 bilhões. Os ganhos milionários em shows e publicidades com casas de apostas virtuais teriam sido usados para mascarar os ganhos ilícitos

Ao todo, 39 suspeitos foram presos preventivamente. Os alvos podem responder por crimes como associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.



Fonte: www.metropoles.com

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